segunda-feira, 13 de abril de 2009
Só
acordamos e seguimos pela avenida, nus, despidos, rasgados, com a musica universal a nos percorrer por todo o lado. sós, olhamos as mesmas caras de sempre, que nos olham sem nos conhecer. o percurso sempre o mesmo, sempre a procurarmos algo de novo, à espera de rever alguem que ontem lá estava. que estava lá há um mês, um ano... pegar nas pequenas coisas e tentar torná-las um mundo. mas sós, sempre sós.
quarta-feira, 25 de março de 2009
the time
é curioso como o tempo nos gere sem gerir.
sempre me dei a pensar o porquê da sua utilidade.
olharmos para as mãos e verificar o efeito por ele produzido faz querer regressar ao útero materno... só para reviver tudo outra vez.
"Oh dear! Oh dear! I shall be too late!" the White Rabbit
sempre me dei a pensar o porquê da sua utilidade.
olharmos para as mãos e verificar o efeito por ele produzido faz querer regressar ao útero materno... só para reviver tudo outra vez.
"Oh dear! Oh dear! I shall be too late!" the White Rabbit
segunda-feira, 23 de março de 2009
it starts...
O meu olhar é nítido como um girassol.
Tenho o costume de andar pelas estradas
Olhando para a direita e para a esquerda,
E de, vez em quando olhando para trás...
E o que vejo a cada momento
É aquilo que nunca antes eu tinha visto,
E eu sei dar por isso muito bem...
Sei ter o pasmo essencial
Que tem uma criança se, ao nascer,
Reparasse que nascera deveras...
Sinto-me nascido a cada momento
Para a eterna novidade do Mundo...
Alberto Caeiro in o Guardador de Rebanhos
E assim comecei...
Tenho o costume de andar pelas estradas
Olhando para a direita e para a esquerda,
E de, vez em quando olhando para trás...
E o que vejo a cada momento
É aquilo que nunca antes eu tinha visto,
E eu sei dar por isso muito bem...
Sei ter o pasmo essencial
Que tem uma criança se, ao nascer,
Reparasse que nascera deveras...
Sinto-me nascido a cada momento
Para a eterna novidade do Mundo...
Alberto Caeiro in o Guardador de Rebanhos
E assim comecei...
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